Ariele Locatelli lança álbum “Camaleoa”
Em fusão de ritmos cantora promete levar os ouvintes a uma jornada única e inesquecível
Redação
Em uma declaração audaciosa em “Camaleoa”, Ariele Locatelli faz de cada faixa mais do que um novo aspecto de sua personalidade artística. Desde os ritmos envolventes, que convidam à dança até às baladas, é uma celebração da diversidade musical e da riqueza cultural do Brasil. Com letras que convidam os ouvintes a explorarem as múltiplas facetas da experiência humana.
“Surgiu da minha vontade de fazer algo mais eclético, de poder explorar todas as minhas possibilidades artísticas. Por isso, ele não um só conceito. Eu acredito que a vida e a arte devem ser livres e mutáveis, assim como eu. Então quis colocar isso tudo dentro do disco”, revela.
Ela também conta quais estilos musicais traz para a novidade. “Eu sempre tive uma dificuldade no início da minha carreira, que era não me encaixar em nichos. Então eu pensei em usar essa versatilidade como um trunfo, e não como um problema. Por isso eu trago vários gêneros, misturo rap com samba, o groove do funk, reggae, balada. Não tem como definir com apenas um”, diz.
“A gravação foi intensa e bem emocionante. Fiquei 14 dias sozinha em processo de composição, algo que me preocupo bastante. Tem seis produtores, muitos músicos e foi feito em várias cidades, o que foi muito legal, pois cada um trouxe um pouco da sua cultura. Foi leve do início ao fim”, completa.
A cantora também disserta sobre compor em outros idiomas, como fez com a canção “Nice”. “Às vezes, mesmo que eu tenha escrito a letra em português, eu faço uma versão em inglês, para ver as sílabas, as tônicas. Essa especificamente foi um refrão que tinha pensado há muito tempo. Tinha uma base que eu tinha guardado, que é um groove e lá, algo que sempre quis fazer”, conta.
Ariele conta quais influências traz para o álbum. “Tenho muitas, inclusive estrangeiras. Tem um pouco de Fernanda Abreu, Gal, Elis, Marina. Nossa música brasileira é muito rica. Gosto muito de Lauryn Hill, Caetano Veloso, Bowie, Rodox”, explica.
Em épocas de lançamentos digitais, lançar um disco é algo raro, e a artista comenta o que a motivou a isso. “Eu cheguei num momento da minha carreira mais linear. Eu perdi aquela pressa de ter quer fazer um single, tirei o pé do acelerador e tentei mergulhar mais para dentro de mim. E eu entendi que essa coisa de ficar seguindo as fórmulas não funciona para mim. Eu sou totalmente cheia de projetos, já pensei mil coisas. Quero fazer algo mais visual, outro álbum, parcerias. Quero continuar trabalhando, eu adoro o que eu faço, quero continuar nessa evolução”, relata.
O lançamento “Adoro”, em 2022, a levou à Academia Latina de Gravação, responsável pelo Latin GRAMMY Awards, e ela finaliza dizendo como é a experiência de ser membro. “Eu comento sempre que eu atraí isso. Tem sido maravilhoso, porque é um símbolo de excelência, e eu tenho aprendido muito. É uma honra muito grande”, finaliza.
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