Redação Publicado em 07/12/2015, às 18h51 - Atualizado às 18h59
O Water Rats foi formado em 2012, contando com o vocalista, Alexandre Capilé (que agora assina Alexandre Zampieri), e o baterista, Renê Bernuncia, do Sugar Kane. Completam a banda Pedro Gripe e Bi Coveiro. Em Seattle, eles registraram as 6 faixas que compõem o EP Hellway to High.
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Formada em 2008 e liderado por Luis Aguilar, o grupo lançou este ano o segundo disco, Perro Verde Y Triste. Aguilar e os outros integrantes, Aldair Cerezo, Julio Pillado, Miguel Ahuage, começaram a carreira com outro nome, atendendo como Celofán. Mas outra banda patenteou o nome e eles tiveram que recomeçar como Vaya Futuro.
O Lytics foi notícia no mundo todo ao colaborar com o lendário Mike D, do Beastie Boys, na gravação viabilizada pelo Converse Rubber Tracks. Fazendo rap com influência de Mos Def e A Tribe Called Quest, o grupo é uma empreitada familiar: os irmãos Andrew e Anthony “Ashy” Sannie rimavam juntos desde pequenos ao lado do primo, Mungala “Munga” Londe, que morava com a família. Mais tarde, o primogênito Alex “B-Flat” Sannie entrou em cena com as batidas e produção.
Os punks “old school” do Pumpkins nunca tinham saído da China antes dessa viagem para a Alemanha. O trio se formou em 2009, reunindo amigos de escola, e lançou o primeiro álbum, Eros Is a Pimp, este ano. Apesar de ser bem diferente do punk com o qual o ocidente está acostumado, os elementos básicos estão lá: som sujo, rápido e com muito volume.
Representando a cena do rap chileno, a Planta Carnívora faz um som cru e cheio de improvisação, um hip-hop totalmente independente que foge de tudo que tem sido feito no gênero.
O grupo foi aos Estados Unidos pela primeira vez para essa gravação. Dentre as experiências novas, eles tiveram a chance de passear por Los Angeles com Lee Spielman, do Trash Talk, que também ajudou a modelar o som dos chineses no estúdio.
O quarteto já é bastante conhecido de quem segue a cena indie britânica. Os quatro integrantes já produziram o som de outras bandas britânicas e integraram outros grupos. Na Jamaica, a gravação deles contou com uma participação especialíssima: o duo de reggae Sly & Robbie ajudou a orientar os britânicos em estúdio.
O Indische Party faz um som inesperado para uma banda oriunda de Jacarta, na Indonésia: R&B clássico, bem pautado pelo som das antigas que nasceu nos guetos dos Estados Unidos.
Mais um representante da Califórnia, o Fever Charm (Ari Berl, Theo Quayle, Yianni Anastos-Prastacos e JT Gagarin) lançou este ano o disco Buenos Aires. Os quatro rapazes não negam as raízes e se dividem entre a música, o surfe e o skate.
O rapper e beatmaker brasileiro foi uma das grandes apostas do projeto. De origem humilde, Coro superou muitas dificuldades ao longo de sua trajetória, mas seu talento o levou até o Rio, na lendária Toca do Bandido, para realizar o sonho de gravar seu som. De quebra, ele ainda teve a chance de conhecer o ídolo MV Bill.
O quarteto californiano formado por Peter Danzig, Kyle Luck, Chris Danzig e Jon Carr é simplesmente apaixonado por tudo que diz respeito ao rock e segue suas inspirações, como The Stooges e Black Rebel Motorcycle Club.
O trio formado por Queiros e Adrian Culhane e Chantel Van T. faz pop rock, apesar de o nome do grupo passar a impressão de que trata-se de um gangsta rapper.
A combinação entre o cantor/compositor/DJ ChaCha, de Shangai, e o duo de hip-hop de Beijing resume o espírito desbravador do projeto. Inovadores e peças-chave na evolução da cena musical chinesa, esses artistas se reuniram em Atlanta.
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