Redação Publicado em 23/01/2018, às 18h22
“Prefácio”
O rapper mais popular do momento se uniu ao líder do Racionais MC’s nesta curta declamação, uma intrigante meditação sobre o antes e o depois do rap.
“Imagem”
O disco cheio de Mahmundi ainda não chegou, mas ela já ofereceu este outro aperitivo. “Imagem” tem um groove contagiante que poderia ter sido feito há uns 30 anos.
“Hear Me Now”
Este foi outro grande momento do DJ e produtor Alok. A batida de “Hear Me Now” é dançante e abalou pistas do mundo todo.
“Beijo Estranho”
A faixa-título do mais recente trabalho dos goianos radicados em São Paulo tem ecos de Clube da Esquina, Secos & Molhados e outros ícones da MPB setentista.
“Mais Bonito Não Há”
Duas gerações de nossa música são unidas nesta balada orquestral, com as vozes de Iorc e de Milton misturando-se de forma instintiva.
“Ela”
Acompanhado somente pelas cordas de náilon de seu violão, o músico descreve alguém cujos sentimentos foram anestesiados por completo.
“Vou Te Encontrar”
A parceria de Miklos com o ex-colega de Titãs Nando Reis resultou em uma canção desbragadamente romântica, com vibrações acústicas realçadas por um arranjo de cordas.
“Bóra Dançar”
Usando uma batida seca e sincopada, a rapper nascida em Brasília usa metáforas sobre dança e baladas para passar um recado a alguém em quem ela está interessada.
“Pesadão”
O encontro da cantora com o vocalista do grupo O Rappa junta soul, reggae e rap. A mensagem é de orgulho negro, tudo com um clima bem carioca.
“Que Estrago”
Ao som de um eletro maroto, a cantora Letícia Novaes relata uma aventura sexual que, dependendo da interpretação, pode ter dado certo ou ter dado muito certo.
“Clima de Paquera”
Sintetizadores, metais e o som do piano Fender Rhodes fazem a cama sonora da faixa que parece ter vindo de alguma rádio FM da década de 1980.
“Meu Jardim do Éden”
O arcabouço melódico da canção começou a ser tramado em 1969 e só foi concluído em 2017. O romantismo lisérgico desabrochou com força total.
“Lá Vem Você”
A faixa é um samba minimalista e romântico, com Criolo abrindo o leque de influências. Em “Lá Vem Você”, ele se mostra afinado e respeita os ditames do gênero centenário.
“Cobra”
Abrigando peso de sobra, diferentes dinâmicas sonoras e um vocal venenoso da cantora Emmily Barreto, “Cobra” é simplesmente de arrepiar.
“Beautiful Lie”
Canção incluída na novela Força do Querer, “Beautiful Lie” é um belo power metal melódico, com instrumental cheio de peso e nuances, revestido de uma produção impecável.
“Louca”
Ninguém faz nada remotamente igual a Alice no cenário pop. “Louca” tem uma batida de techno brega, um vocal exagerado e uma teatralidade passional.
“Tua Cantiga”
O amor incondicional resiste nesta modinha de Chico, realçada pelo piano e arranjos feitos por Cristovão Bastos, que também ajudou na melodia.
“Você Não Presta”
Este samba-rock à la Jorge Ben foi uma das delícias de 2017, um convite ao balanço. Quando Mallu entoa “Eu convido todo mundo para a minha festa”, ela não está brincando.
“Na Pele”
Duas gerações de cantoras de estilos distintos se juntaram para falar sobre resistência e percalços da vida em uma faixa bem distante do rock ou do samba.
“Meu Bloco”
Ao misturar rap, samba e trap e elaborar rimas inspiradas na maior festa popular do Brasil, Rincon Sapiência transou seu carnaval particular, repleto de orgulho e relevância.
“Foimal”
Faixa do EP lá vem a Morte, “Foimal” é lisergia brasileira moderna em ponto máximo. A banda também gravou uma versão promocional ao vivo da canção ao lado da cantora Céu, tão boa quanto a original.
“Te Amo Disgraça”
Retrato do mais mundano dos relacionamentos, a love song do ano é carregada por um refrão que descreve sem glamour uma transa intensa e casual, com o funk “Senta Firme” desacelerado ao fundo.
“K.O.”
Fato incontestável: em 2017 ninguém escapou de ouvir o refrão “Seu amor me pegou/ Cê bateu tão forte com o teu amor/ Nocauteou, me tonteou/ Veio à tona, fui à lona, foi K.O.”. Foi a consagração de Pabllo.
“Não”
Faixa central do verdadeiro opus dramático que é Recomeçar, “Não” faz uso de violão e de um quarteto de cordas para contar uma história incômoda e real sobre separação.
“As Caravanas”
A principal canção do mais recente lançamento de Chico Buarque tem ambições épicas. “As Caravanas” é um comentário velado sobre o preconceito que os garotos dos subúrbios recebem quando tentam frequentar as praias da zona sul do Rio de Janeiro. O compositor traça um paralelo entre as “caravanas” vindas do subúrbio com os antigos navios que transportavam escravos. A canção, que começa como um samba cadenciado, depois passa bem ligeiramente pelo funk e também ganha um arranjo sinfônico.
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