Porcina e Sinhozinho: retratos de um Brasil caricato - Divulgação

NOVELA CLÁSSICA

Redação Publicado em 08/09/2010, às 10h15 - Atualizado às 10h15

Há 25 anos estreava na Rede Globo Roque Santeiro, de Dias Gomes. A novela teria uma primeira versão de 1975, mas a Censura barrou. Dez anos depois, aproveitando os novos tempos de abertura política, o folhetim se tornou um fenômeno, um retrato do Brasil confuso e caricato pós-ditadura militar. Roque Santeiro discutia política, misticismo e sexo, explorando os novos ares liberais do país. Acima de tudo, Roque Santeiro se tornou iconográfica por causa do trio de atores principais. José Wilker aplicava um cinismo calculado ao personagem que dava título ã trama. Lima Duarte, na pele do hilariante Sinhozinho Malta, veio com o bordão “To certo ou to errado?”. E Regina Duarte conseguiu apagar tudo o que tinha feito antes quando viveu a Viúva Porcina. Roque Santeiro sai agora numa versão compacta, em um pack com 16 DVDs pela Globo Marcas. É a primeira vez que uma novela é lançada em formato digital.

Paulo Cavalcanti

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