David Margolick
PAULO CAVALCANTI Publicado em 22/10/2012, às 17h34 - Atualizado em 09/11/2012, às 14h27
Livro destrincha raízes e legado de canção imortalizada por Billie Holiday
Poucas canções conseguem dividir opiniões como “Strange Fruit”. Gravada em 1939 por Billie Holiday, ela tem como tema o linchamento de negros que ocorria no sul dos Estados Unidos. O mais irônico é que foi escrita por Abel Meeropol (usando o pseudónimo Allan Lewis), um judeu de esquerda e professor de Nova York. Billie introduziu a canção em 1939 no Cafe Society, em Greenwich Village. Desde então, “Strange Fruit” não tem sido um fruto de fácil digestão. Naturalmente, virou uma poderosa bandeira contra o racismo, embora haja quem não goste dela por achá-la “apelativa”. Já houve caso de gente que passou mal ao ouvi-la. Mesmo com tanta notoriedade, é desconhecida para muitos, já que, por motivos óbvios, raramente toca nas rádios. Margolick não deixa nada sem ser investigado ou mencionado.
Fonte: Cosac Naify
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