Oscar 2026 terá performances de ‘Guerreiras do K-Pop’ e ‘Pecadores’
Neste ano, apenas duas canções indicadas serão apresentadas durante a cerimônia, que acontece no próximo domingo (15)
Henrique Nascimento (@hc_nascimento)
Em 2026, canções de Guerreiras do K-Pop e Pecadores irão embalar a cerimônia da 98ª edição do Oscar, que acontece no próximo domingo, dia 15 de março. Ao contrário de edições anteriores, apenas duas canções indicadas terão performances ao vivo: “Golden”, da animação de sucesso da Netflix, e “I Lied to You”, destaque do longa de Ryan Coogler (Pantera Negra), que se tornou recordista de indicações à maior premiação do cinema.
A mudança foi antecipada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas em janeiro deste ano. À Variety, foi explicado que, para montar performances ao vivo para as cinco músicas indicadas à categoria de Melhor Canção Original, seria preciso reservar cerca de 25 minutos do programa — um peso considerável num evento que tem duração contratual de 3h30 e precisa acomodar 24 categorias competitivas, incluindo inédita Melhor Direção de Elenco.
Ver essa foto no Instagram
Além de “Golden” e “I Lied To You”, também estão indicadas à categoria de Melhor Canção Original as músicas “Dear Me”, performada por Diane Warren — 17 vezes indicada ao Oscar —, do documentário Diane Warren: Relentless; a música-título de Sonhos de Trem, “Train Dreams”, de Nick Cave e Bryce Dessner; e “Sweet Dreams of Joy”, de Nicholas Pike, para o filme Viva Verdi!.
Para que não fiquem de fora, a produção do Oscar vai introduzir as canções restantes por meio de pacotes produzidos especialmente para a TV, usando trechos do filme em que a música aparece, material que contextualize a canção dentro da narrativa, e, quando fizer sentido, bastidores do processo de composição. A intenção, segundo o comunicado, é manter o “cuidado e o foco narrativo” na categoria, alinhando o tratamento das músicas ao padrão aplicado às demais premiações.
Ver essa foto no Instagram
LEIA TAMBÉM: Wagner Moura reflete sobre indicação ao Oscar: ‘A vida não para’