ENTREVISTA DE CAPA

Rayssa Leal: ‘Tudo aconteceu no momento certo, por mais que eu fosse muito nova’

A tetracampeã do Super Crown e medalhista olímpica Rayssa Leal chega aos 18 anos comandando o seu próprio futuro e mantendo os pés no chão enquanto voa

Guilherme Assumpção

Rayssa Leal para a Rolling Stone Brasil (Foto: Higor Bastos)
Rayssa Leal para a Rolling Stone Brasil (Foto: Higor Bastos)

Entre a tradicional rota de aviões que cruzam o Brasil a cada segundo, um deles carregava um significado especial naquela madrugada. Um voo saindo de Imperatriz, no Maranhão, rumo a São Paulo, marcava um momento importante na carreira de uma das maiores atletas do mundo e também um capítulo simbólico para a Rolling Stone Brasil, que se preparava para receber Rayssa Leal como sua nova capa. No céu ainda escuro, atravessava o país a tetracampeã do Super Crown e duas vezes medalhista olímpica. Mas, além dos títulos, aquele voo trazia Jhúlia Rayssa Mendes Leal, seus 18 anos recém-completados, o skate inseparável e a empolgação silenciosa diante de uma nova fase.

Rayssa desembarcou, descansou por algumas horas e seguiu para nosso encontro exclusivo. A tarde começava carregada de simbolismos. O carro que a trouxe dizia muito sobre o momento vivido. Representava o novo desejo de poder dirigir, algo esperado há tempos. Ainda sem CNH, ela veio no banco de trás, acompanhada por Tatiana Braga, sua manager, e André Granja, parte essencial de seu time. Quem observava a cena talvez não percebesse que um quarto integrante também chegaria com eles: Miles, o cachorrinho de Tatiana, ou TiTati, como Rayssa a chama.

Ela desceu do carro, se alongou, abraçou André e pegou Miles no colo. Caminhou pelo longo corredor, distribuiu “boa tarde” a todos, foi filmada com o cãozinho e seguiu para o camarim, onde começaram os preparativos para o ensaio de fotos e a entrevista.

Entre ajustes, conversas e risadas rápidas, Rayssa se deixou filmar com naturalidade. Em uma das gravações de bastidores, já dentro do set, riu de si mesma ao perceber a intimidade com a câmera: “Já posso ser blogueira.”

O camarim era um espaço de intimidade. O time se completava com Sandro, responsável pela beleza, e Sandra, a manicure de Rayssa. Quando já estava quase pronta, a equipe da Rolling Stone Brasil iniciou os registros com celulares, algo comum para quem atrai holofotes por onde passa e já não se intimida com câmeras. Afinal, quem começou a carreira aos 11 anos carrega uma experiência rara para a idade. Tudo pronto, look definido. Carro posicionado para as fotos. Hora de seguir para o estúdio e começar a produção das imagens.

O set cheio impõe respeito. Até para quem está acostumada ao Ibirapuera lotado durante o Super Crown, o mesmo palco que Rayssa Leal conquistou o tetracampeonato consecutivo. Mas um detalhe passou a guiar o clima das próximas 4h30 de trabalho: a trilha sonora. O fotógrafo Higor Bastos troca as primeiras palavras com a protagonista do dia e pergunta o que ela gostaria de ouvir. A resposta vem rápida, direta, sem hesitação: João Gomes, Léo Foguete e sertanejo.

As fotos começam e, aos poucos, Rayssa Leal se solta. Os flashes deixam de ser estranhos e passam a fazer parte do ambiente. Entre uma pose e outra, ela busca quem está por perto desde sempre: carinho em TiTati, chamego com Miles, risadas compartilhadas com André. O time que acompanha a skatista reflete a própria essência da atleta: chão, humildade e afeto.

Falando em música, Rayssa cita João Gomes como uma de suas inspirações neste momento da vida. Conta que se emocionou ao assistir a um show do cantor e, mais tarde, durante a entrevista, admite que não sabe exatamente o que a conecta tanto a ele, mesmo sendo de diferentes regiões do Nordeste. A resposta parece simples: ambos são populares, carismáticos e carregam talento com identidade. É visível nos dois a relação com o Brasil e com o lugar de onde vieram. Podem alcançar o céu, mas sempre retornam às origens.

Ao falar sobre sua relação com a música, Rayssa explica com espontaneidade:

“Pode ter certeza que a música mais irada que tiver tocando vai ser a do meu fone. É muito irado, mas estou muito acanhada no forró e no sertanejo, também. Quando a gente passa muito tempo no Maranhão a gente volta para a origem, né?! Eu começo a escutar o nosso reggae do Maranhão. Ave Maria…”

Primeiro look finalizado, é hora do segundo. Nesse momento, Rayssa se conecta ainda mais com o ambiente. Passa a ignorar tudo ao redor. Começam também algumas gravações de bastidores, incluindo um convite aos leitores da Rolling Stone Brasil, que completa 20 anos em 2026, uma marca simbólica, assim como os 18 anos recém-completados da atleta. Após mandar bem diante das câmeras, ela brinca, rindo de si.

Esse segundo momento ganha ainda mais força por trazer o objeto que construiu sua trajetória: o skate. O carro segue presente no cenário, como elemento central, materializando o maior sonho de Rayssa ao completar 18 anos.

Com o ensaio finalizado, ela retorna ao camarim e veste novamente o primeiro look. De volta ao set, senta sozinha em uma cadeira. Gira distraída, se diverte com pouco, mexe no celular. Observa a aproximação de Tatiana, André e deste que vos escreve. É hora da entrevista. Depois de mais de três horas de trabalho, era essencial que Rayssa estivesse confortável. O cansaço da viagem começava a aparecer.

Então vem a pergunta que muda o ambiente: “Rayssa, onde você quer fazer a entrevista?” A resposta carrega mais significado do que parece: “No chão, perto do carro”.

Talvez fosse apenas a escolha mais confortável após um dia longo. Mas sentar no chão representa muito para Rayssa. É dali que ela impulsiona o Feeble de Front, o Smith de Back e tantas manobras que a consagraram. Ali, sentada, estava conectada ao seu maior parceiro: o solo. O corpo da multicampeã parece ter memória própria. Reconhece o chão, calcula distâncias e entende impactos antes mesmo de qualquer raciocínio consciente.

A entrevista começa pelo tema inevitável: a chegada dos 18 anos. Apesar da ansiedade, Rayssa sabe que pouca coisa muda. Ela se preparou para esse momento. Já se via como adulta. Com sorriso aberto, explica: “Estava ansiosa só para completar mesmo [os 18 anos] e poder tirar minha CNH. Não mudou muita coisa. Mudou nada. A única coisa que vai mudar é na escola, que eu já passei de ano. É isso, continuar estudando, responsabilidade, viajar mais… tirar minha CNH é o que eu estou mais ansiosa. Dirigir meu Volvo. Sai da frente que a Rayssa tá indo.”

A felicidade é evidente. Era um desejo antigo e agora ele chegou.

Rayssa Leal em foto para a Rolling Stone Brasil (Foto: Higor Bastos)
Rayssa Leal em foto para a Rolling Stone Brasil (Foto: Higor Bastos)

Mais do que um número, os 18 anos simbolizam algo que Rayssa Leal sempre antecipou em discurso e postura. Mesmo quando ainda era adolescente, nunca falou do futuro como algo distante. Sempre se colocou alguns passos à frente, como quem já enxergava a própria versão adulta antes mesmo de o mundo estar pronto para vê-la assim. Chegar à tão sonhada idade nunca foi uma ruptura. Sempre foi continuidade.

Há tempos, ela fala sobre responsabilidade, escolhas e autonomia com a naturalidade de quem já convive com essas ideias desde cedo. Talvez porque a vida a tenha colocado nesse lugar muito antes da maioridade oficial. Desde criança, aprendeu a se posicionar, tomar decisões, lidar com expectativas externas e proteger aquilo que considera essencial. O amadurecimento veio com o skate, com as viagens, com a exposição e também com o entendimento de quem ela é fora das pistas.

Entrar na vida adulta, para Rayssa, não significa abandonar a leveza. Não é sobre endurecer ou se moldar a um papel esperado. É sobre ocupar espaço com consciência e entender que crescer não é se distanciar da menina que começou cedo. Ela não fala desse momento com ansiedade ou medo, mas com familiaridade. Como quem já estava ali há algum tempo.

Ao completar 18 anos, Rayssa não inaugura uma nova identidade. Apenas oficializa algo que construiu há muito tempo. A mulher que surge agora não substitui a adolescente prodígio. Caminha ao lado dela. Com mais autonomia, mais voz e mais consciência do próprio peso, sem abrir mão da leveza que sempre a acompanhou.

Para muitos, os 18 anos representam responsabilidade. Rayssa sente isso desde os seis, quando um vídeo viral a apresentou ao país. Ao definir essa fase em uma palavra, ela cita responsabilidade, mas deixa claro que sempre viveu assim. A diferença agora é mais pessoal do que profissional. Rayssa sempre foi “pro”, como se diz no skate. Conquistou títulos que atletas de 30 anos ainda perseguem. Já era gigante aos 11, aos 13, aos 15, aos 17, e seguirá sendo.

Ao falar de orgulho, ela não aponta um troféu específico. Prefere olhar para quem esteve ao seu lado desde o início:

“Algo que me dá muito orgulho é ter conquistado tudo isso do lado dos meus pais. Poder ter mudado não só a minha vida, mas a vida de toda a minha família, da minha avó também, e dar um lar mais aconchegante para todo mundo, sabe?”

Essa resposta traz um detalhe quase mágico. Rayssa conta que, ainda criança, viu uma estrela cadente e fez um pedido: viver do skate e mudar a vida da família. Não foi apenas o rastro de um meteoro no céu. Foi o encontro simbólico de duas estrelas. Ali se confirmava que a cidade de Imperatriz seria colocada no mapa mundial por uma mulher nordestina, forte, segura e extremamente talentosa.

O skate, para Rayssa Leal, sempre foi diversão e continuará sendo. Mas a carreira de uma skatista é feita de fases. Por isso é longa. O foco muda: competições, rua, vídeo part, moda, música. Tudo coexistindo. O destino final, porém, é o mesmo: parceria e prazer em andar de skate. O momento atual da atleta dialoga diretamente com o chão onde está sentada e com a essência mais pura da modalidade: a rua.

“O skate vai tendo algumas mudanças. Tem o momento que a gente tá apaixonada pelo skate, tem outros que a gente fala: ‘Agora vou dar um tempo’. Tem a fase do campeonato, mas também tem a fase de andar na rua. E hoje em dia eu tô obcecada em andar de skate na rua. Virou fácil uma das coisas que eu mais gosto de fazer. Ter esse sentimento, que é o mesmo da galera das antigas que juntava todo mundo para andar na rua, é irado. Foi uma chavinha que mudou após conversar com alguns skatistas.”

A relação de Rayssa com o skate nunca foi  apenas sobre medalhas ou troféus. Existe um brilho que antecede qualquer pódio, que permanece mesmo quando o ritmo desacelera, quando as arquibancadas se esvaziam ou quando o mundo inteiro parece apertar o botão de pausa. Ela reconhece que houve momentos de silêncio.

Depois da pandemia, quando tudo parou, o skate deixou de ser encontro para virar companhia solitária. Ainda assim, não perdeu o sentido. Pelo contrário: permaneceu como refúgio, prática íntima e lembrança constante de por que tudo começou. “Só pelo skate ser o skate já é algo que ainda brilha meus olhos, sabe? E não acho que vai ser algo que vai simplesmente sumir”, diz.

Com o tempo, o skate voltou a ser compartilhado e isso também redefiniu a experiência. Ter alguém ao lado, dividir sessões, viagens e vivências transformou o cotidiano em algo mais próximo da essência da rua. Felipe Gustavo, amigo e técnico dentro e fora das pistas, surge como extensão natural dessa fase. “Poder ter um parceiro para andar de skate, que é o Felipe [Gustavo], que viaja o mundo comigo, só ali a gente já faz uma sessão irada”, conta. A rua deixa de ser apenas cenário e volta a ser linguagem.

Esse retorno à base se reflete também no desejo de aproximar o skate competitivo de suas origens. “Trazer um pouco mais perto o skate da rua também é muito irado”, completa. É nesse ponto que competir no Brasil ganha outra dimensão. Não é apenas mais uma etapa do calendário, mas um teste emocional. Um espaço onde confiança, nervosismo e medo coexistem sem hierarquia.

“Também é muito irado poder competir aqui no Brasil, é algo que me deixa muito nervosa, muito ansiosa, confiante, mas às vezes com medo. Então é uma mistura de sentimentos muito irada”, resume. A frase não pede tradução. Ela carrega, por si só, a complexidade do momento.

Rayssa Leal respeita quem veio antes e inspira quem vem depois. É referência para meninas e meninos. Mas sabe que não vai competir para sempre. Por isso, pensa em legado, ou melhor, em ampliar o que já construiu. Afinal, o skate feminino e masculino no Brasil ganhou outra dimensão com ela.

“Eu quero continuar andando de skate até o meu limite. Obviamente que não tem limite — uma prova viva disso é o Tony Hawk. Mas quando não der mais para competir, eu quero fazer vídeo part, andar na rua, soltar o máximo de vídeo que eu conseguir. Quero ajudar as meninas mais de perto, ainda mais na seleção. Ajudo muitas ONGs, mas quero ter algo só meu. Enquanto isso, vamos andar de skate.”

Rayssa Leal em foto para a Rolling Stone Brasil (Foto: Higor Bastos)
Rayssa Leal em foto para a Rolling Stone Brasil (Foto: Higor Bastos)

Para Rayssa, o skate não é profissão. É estilo de vida. Ainda assim, a pressão existe. Resultados importam. O medo aparece. Ao falar do Super Crown conquistado em dezembro de 2025, o tão sonhado tetra, ela admite que o caminho até ali foi tenso.

“Eu mandei mensagem para a TiTati e falei: ‘É o primeiro campeonato que eu tô com medo de não ganhar.’ Eu queria muito ganhar. Ver todo o esforço virar realidade, ainda em casa, foi uma emoção gigante. Quando tirei o fone e ouvi a torcida, achei que ia ficar mais tranquilo depois do barulho para a Chloe [Covell]. Mas dobrou o volume.”

Mesmo após a quarta vez, ela não se acostuma. O medo segue presente. Questionada sobre isso, responde sem rodeios: “Dá medo demais, moço. Eu sei tudo o que preciso jogar, mas só faço na hora. Uma manobra que eu estava com muito medo foi no Super Crown. A Chloe deu o Feeble de Front e eu fui lá e dei o Board de Back. Se não fosse a Chloe, eu não iria mandar”.

No skate, uma puxa a outra. Dentro e fora da pista, a amizade permanece. O respeito também. As conquistas vieram cedo, mas Rayssa acredita no tempo das coisas. Questionada sobre um conselho para a menina de Imperatriz, responde: “Eu acho que tudo aconteceu no momento certo, por mais que eu fosse muito nova. Até na minha primeira Olimpíada não tinha nada de pressão, só pensava realmente em me divertir. Se subisse no pódio, para mim estava ótimo. Acho que é continuar com a leveza, esse seria o conselho”.

Sobre o futuro, ela é direta: quer uma irmãzinha — a mãe, Lilian, está grávida — e a medalha de ouro em Los Angeles 2028. Como ela mesma diz, aí a carreira estaria completa.

“A Rayssa Leal é a skatista top, e a Jhúlia Mendes é a estudante que não é mais estudante. Cumpri a missão. Falta só o ouro. A expectativa está alta. Não prometo nada. LA é sempre especial.”

Entre o nome que o mundo conhece e aquele que ela usa fora dos holofotes, Rayssa Leal e Jhúlia Mendes convivem sem conflito. Uma sustenta a outra. A atleta carrega títulos, a jovem carrega escolhas. E, aos 18 anos, essas duas versões parecem mais alinhadas do que nunca. O papo se encerra com trends, sorrisos e um latido tímido de Miles, o primeiro do dia, quase como um sinal de encerramento. Ainda há tempo para mais algumas gravações e a foto final com todo o time. Rayssa pega a câmera, chama todos e registra o momento. Solta, à vontade. Mais uma missão cumprida, ainda em meio às férias.

No fim da tarde, quando as luzes já não disputavam atenção e o set começava a se desfazer, Rayssa Leal saiu pela porta de correr sem pose final. Não havia necessidade de encerrar nada com grandiosidade. Talvez porque sua história nunca tenha sido sobre finais. Sempre foi sobre continuidade. Seguir andando. Seguir tentando. Seguir sentindo.

Aos 18 anos, ela não se despede da menina que começou cedo demais, nem inaugura uma mulher moldada por expectativas externas. Apenas ocupa, com calma, um espaço que já vinha construindo há muito tempo. No skate, como na vida, Rayssa Leal segue fazendo o mais difícil: manter os pés no chão enquanto continua voando.

E talvez seja isso que torne esse momento tão especial. Ela não está chegando a um ponto final. Está, com ainda mais clareza, entrando no próprio caminho. O melhor, como ela mesma disse, ainda está por vir.

Rayssa Leal em foto para a Rolling Stone Brasil (Foto: Higor Bastos)
Rayssa Leal em foto para a Rolling Stone Brasil (Foto: Higor Bastos)

 

Fotos: Higor Bastos (@higorbastos)
Texto: Guilherme Assumpção (@guii_assumpcao)
Direção de arte: Felipe Fiuza (@fiuzzzaaa)
Direção criativa: Ademir Correa (@ademircorrea)
Produção executiva: Marley Galvão (@soumarleygalvao)
Styling: Ana Parisi (@anaparisi)
Beleza: Sandro Barreto (@sandrobarreto)
Manicure: Sandra Cavalcante (@sandracavalcanteoficial)
Retoque de Imagens: Caroll Ferreira (@caroullis)
Assistente de Fotografia: Santiago Rivas (@sant.riivas)
Assistentes de styling: Tiago Guarnieri (@tiagoguarnnieri) e Letícia Vasconcelos (@leticiadevas)
Agradecimentos: Vega Studios (@vegastudios75) e TB Sports (@_tbsports)

Rayssa Leal na Capa da Rolling Stone Brasil

Na edição de fevereiro de 2026 da Rolling Stone Brasil, Rayssa estampa a capa da revista, que completa 20 anos no Brasil, em entrevista que celebra sua trajetória bem-sucedida no skate e a chegada dos 18 anos. A edição impressa ainda conta com lista dos 50 melhores discos de 2025, entrevista com Criolo, análises sobre as séries Heated Rivalry e Pluribus e muito mais! Garanta seu exemplar nas bancas ou na loja da Editora Perfil.

Rayssa Leal na capa da Rolling Stone Brasil de fevereiro de 2026 (Foto: Higor Bastos)
Rayssa Leal na capa da Rolling Stone Brasil de fevereiro de 2026 (Foto: Higor Bastos)

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Guilherme Assumpção é jornalista formado pela Anhembi Morumbi e pós-graduado pela Cásper Líbero e atua no jornalismo esportivo desde 2019. Atualmente, é editor-chefe do SportBuzz. Apaixonado por esportes, encontra nas histórias dentro e fora das quatro linhas a inspiração para contar narrativas que conectam pessoas.
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