COPA DO MUNDO

A música cantada minutos antes do primeiro jogo da Copa do Mundo 2026

David Guetta, Andrea Bocelli e EJAE interpretaram ‘DNA’ ao vivo no estádio antes do apito inicial entre México e África do Sul

Kadu Soares (@kadusoares__)

Abertura da Copa do Mundo
Foto: Hector Vivas - FIFA/FIFA via Getty Images

Minutos antes do apito inicial do primeiro jogo da Copa do Mundo 2026, o Estádio Azteca, na Cidade do México, foi palco de uma performance especial. David Guetta, Andrea Bocelli e EJAE subiram ao campo para interpretar “DNA”, música oficial do torneio, numa apresentação que reuniu três gerações e três universos sonoros completamente distintos num único momento. A cena abriu oficialmente a fase de grupos do Mundial, que tem México, Estados Unidos e Canadá como países-sede.

“DNA” foi composta para representar a diversidade do torneio — e a escolha dos intérpretes reflete exatamente isso. David Guetta é um dos DJs e produtores mais reconhecidos do mundo, com décadas de hits que definiram a música eletrônica mainstream. Andrea Bocelli, tenor italiano de 62 anos, é um dos cantores líricos mais vendidos da história, com mais de 90 milhões de discos vendidos globalmente. EJAE é uma das vozes mais promissoras da nova geração do R&B americano, revelada ao grande público na música “Golden”, da franquia HUNTR/X, indicada ao AMA de Música do Verão em 2026.

A combinação das três vozes — a eletrônica de Guetta, o lirismo clássico de Bocelli e a contemporaneidade de EJAE — funcionou como uma declaração de intenções da FIFA para essa edição do torneio: uma Copa que se propõe a ser a mais global de todas, realizada em três países e com um recorde de 48 seleções participantes. A performance no Azteca foi transmitida ao vivo para todo o mundo e rapidamente gerou reação nas redes sociais, especialmente pela presença de Bocelli, cuja voz preencheu o estádio de forma pouco comum para uma abertura de jogo de futebol.

O duelo que se seguiu foi entre México e África do Sul, válido pelo Grupo B da Copa do Mundo 2026. O Estádio Azteca, que já recebeu duas finais de Copa do Mundo — em 1970 e 1986 —, voltou a ser palco de um momento histórico do futebol mundial, desta vez embalado por uma das composições mais ambiciosas já encomendadas para um torneio da FIFA.

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Kadu Soares é formado em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero, possui um perfil no TikTok e um blog no Substack, onde faz reviews de projetos musicais.
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