Por que Boy George prefere compor músicas com IA em vez de humanos
Ícone do pop e líder do Culture Club, astro revela como a tecnologia elimina a insegurança e o ego durante as sessões de estúdio
Guilherme Gonçalves (@guiiilherme_agb)
Ícone do pop dos anos 1980 e líder da banda Culture Club, Boy George revelou recentemente ser um entusiasta fervoroso da Inteligência Artificial (IA) na composição musical.
Em uma entrevista ao podcast Happy Place, apresentado por Fearne Cotton, o cantor de 64 anos explicou por que a tecnologia se tornou sua colaboradora favorita. Ele chegou a afirmar que já escreveu cerca de cinco álbuns de estúdio (não necessariamente lançados) com o auxílio de ferramentas de IA.
Para George, o grande atrativo não está apenas na eficiência da ferramenta tecnológica, mas na liberdade criativa e na ausência de julgamento humano durante o processo.
Ele reflete a respeito (transcrição via Music Radar):
“Você não está trabalhando com mais ninguém. Não precisa se preocupar nem por um segundo com o que eles pensam.”
Enquanto nomes como Elton John e Paul McCartney expressam cautela ou oposição ao avanço da IA na arte, Boy George adota uma postura pragmática. Ele comenta:
“Tenho conversas fantásticas com o ChatGPT. E digo: ‘Nossa, essas letras são horríveis. Não é isso que eu diria.’ Sabe o que quero dizer? Mas, na verdade, dá para treiná-lo.”
Boy George usou IA em novo álbum?
Famoso por hits como “Karma Chameleon” e “Do You Really Want to Hurt Me”, Boy George não revelou, porém, se seu último álbum lançado, SE18 (2025), foi criado com ajuda de IA. Curiosamente, o disco saiu apenas em formato físico – vinil e CD – e não está disponível por streaming.
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