O rockstar legalmente impedido de chegar perto da esposa de Tommy Lee
Justiça dos Estados Unidos determina que músico não pode se aproximar e contatar, direta ou indiretamente, a influenciadora Brittany Furlan
Guilherme Gonçalves (@guiiilherme_agb)
Após meses de desavenças e trocas de acusações ao longo de 2025, a Justiça dos Estados Unidos concedeu uma medida protetiva em favor de Brittany Furlan (esposa de Tommy Lee, baterista do Mötley Crüe), em relação a Ronnie Radke, vocalista da banda Falling in Reverse.
O tribunal de Los Angeles emitiu, no último dia 17 de março, uma ordem de restrição a Radke por assédio civil. A decisão, que tem validade de dois anos, determina que o músico deve manter uma distância mínima de 100 jardas (cerca de 91 metros) de Furlan, de sua residência e de seu local de trabalho até março de 2028.
Além do distanciamento físico, a ordem imposta pela corte proíbe Radke de contatá-la direta ou indiretamente. Documentos judiciais obtidos pelo site TMZ (via Loudwire) revelam ainda que o rockstar está impedido de mencionar Furlan em suas redes sociais ou de incentivar seus seguidores a atacá-la ou assediá-la online. O descumprimento dessas medidas pode resultar em prisão por até um ano e multas pesadas.

Ronnie Radke x Brittany Furlan
O conflito começou em maio de 2025. Na época, Brittany Furlan revelou publicamente que acreditava estar mantendo conversas íntimas com Radke através de redes sociais. O músico negou veementemente qualquer envolvimento, alegando que Furlan teria sido vítima de um “catfish” (alguém se passando por ele) e chegou a processar usuários anônimos para tentar provar sua inocência.
Depois, o caso escalou para ataques pessoais. Radke postou diversos vídeos criticando a aparência e o caráter da influenciadora, enquanto Furlan alegava que o cantor estava “desequilibrado e obcecado”, utilizando suas plataformas para incitar o ódio de sua base de fãs contra ela.
Tentativas anteriores de medidas
Curiosamente, Radke foi o primeiro a tentar buscar proteção legal, entrando com um pedido de ordem de restrição contra Furlan em janeiro deste ano — pedido que foi negado pela Justiça. Furlan respondeu com sua própria solicitação pouco depois, que inicialmente também foi rejeitada por não ser considerada uma emergência imediata.
No entanto, após uma audiência detalhada para analisar as evidências de assédio e bullying virtual, o tribunal decidiu que a proteção para Brittany Furlan era necessária.
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